Nos anos 90 e 2000, ser fã de anime no Brasil não era tarefa fácil. Além de enfrentar cortes bizarros na TV aberta e dublagens duvidosas, muitos de nós tínhamos que lidar com o olhar desconfiado das mães e pais, que viam em cada desenho japonês uma ameaça à inocência da infância.
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Seja por causa de violência, roupas consideradas inapropriadas, temas sobrenaturais ou até mesmo boatos absurdos, vários animes foram “proibidos” dentro de casa. Vamos relembrar agora 10 animes que as mães proibiam antigamente.
Um anime cheio de ação e magia, mas que deixava muitas mães com a pulga atrás da orelha. Afinal, o enredo gira em torno de livros de magia de demônios usados por crianças para lutar. Para os pais mais religiosos, isso era o suficiente para colocar o anime na lista negra.
As guerreiras que marcaram gerações também foram alvo de críticas. Sailor Moon era considerada um “desenho de menina”, mas também incomodava por causa das roupas curtas e das transformações mágicas que alguns adultos julgavam “inapropriadas”. Hoje, é visto como um clássico empoderador.
Um dos maiores sucessos da Manchete, mas também um dos mais criticados pelas mães. O anime tinha muita violência e sangue, com personagens que chegavam até a se mutilar (quem não lembra do Shiryu cego e sangrando?). Para os pais, era “violento demais” para crianças.
Ninjas adolescentes, batalhas intensas e símbolos místicos já eram suficientes para levantar suspeitas. Mas o que realmente assustava muitos pais era o demônio de nove caudas selado dentro de Naruto. Resultado? Muita gente teve que assistir escondido.
Demônios, lutas sangrentas e personagens carismáticos: receita perfeita para conquistar os jovens e assustar os pais. Yu Yu Hakusho foi acusado de ser “anime do capeta”, mas marcou a infância de muita gente com batalhas épicas e diálogos inesquecíveis.
Outro clássico que, apesar do sucesso, foi alvo de críticas. Pais achavam o anime violento demais, sem contar os gritos intermináveis das lutas que ecoavam pela casa. Ainda assim, nada impedia as crianças de imitarem os Kamehamehas no recreio.
A história de Yoh e sua conexão com espíritos encantava os fãs, mas deixava os adultos preocupados. O contato direto com o mundo espiritual e ocultismo fez com que muitas mães colocassem o anime na lista de “proibidos”.
Esse aqui é autoexplicativo: um caderno que mata qualquer pessoa cujo nome é escrito nele. Para os pais, Death Note era a receita perfeita para dar ideias perigosas. Para os jovens, foi um anime que marcou pelo suspense e pela genialidade de sua trama.
Quem nunca ouviu a história de que Pokémon era coisa do capeta? Durante muito tempo, pastores e até programas de TV espalharam boatos dizendo que Pikachu e companhia tinham mensagens satânicas escondidas. Nada disso impediu a febre mundial que dura até hoje.
E para fechar a lista, nada mais justo que Yu-Gi-Oh!, o anime que virou sinônimo de “desenho proibido” para muitas mães. O motivo? Um simples: cartas mágicas e monstros invocados eram vistas como jogos de bruxaria. Ainda assim, os duelos fizeram parte da infância de toda uma geração.
Esses animes marcaram época, mas também foram alvos de preconceito, exageros e até pânico moral. O que para as mães parecia “perigoso”, para os jovens era fonte de diversão, emoção e aprendizado.
👉 E você, qual desses animes sua mãe também te proibiu de assistir? Conta nos comentários!
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